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... the crazy one...

21 de fevereiro de 2010

I don´t wanna be a slave 2 luv

Ficou legal esse vídeo... By the way, o "embalinho" dessa (s) música (s) se parece com a "Slave to Love", neahm?...


Comparem...
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Bial: terapeuta corporal? affffffffff...

Very interesting... I agree with that: http://tdmnobbb.blogspot.com/2010/02/tenho-direito-de-nao-aceitar-isto.html Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

20 de janeiro de 2010

Guilty Pleasure: BBB! Ai, que vergonha!...


BBB é um programinha tão besta, tão fútil, mas tanta gente gosta de assistir... Alguém sabe o porquê disso? Eu seria uma ótima escolha para responder a esta pergunta, visto que também faço parte dessa “massa”, mas acho que não conseguiria explicar satisfatoriamente. Toda vez que começava um BBB, eu falava pra mim mesma: “Não vou assistir essa bosta, ô programinha chulo...”. Mas de tanto ouvir as pessoas comentarem sobre o programa, sobre os participantes, ia me inteirando das histórias e ficava por dentro dos bafões “sem querer querendo”! Daí a curiosidade vai aumentando e um dia vc diz: “Deixa eu assistir essa p.. de uma vez!”, então, quando me entrego, já está na metade do programa (ou quase no final) e daí brota aquele arrependimentozinho: “Eu deveria ter assistido esse BBB desde o começo...” rsrs. Mas no BBB deste ano resolvi: vou assistir desde o começo! Além de acompanhar todas as noites (ou quase), ainda assisto algumas coisas pelo paperview (gente, não assinei paperview de bbb não, viiiiiiu???? É muuuito importante sublinhar isso! O negócio “pega sem querer” lá em casa... lol!). Mas é sério. Não gastaria dinheiro com isso. O negócio aparece e pronto. Prosseguindo com a conversa: acho que as “peças” do jogo estão mais interessantes. Colocaram dois negros (sóóóó????) e três gays assumidérrimos (gostei da atitude! Peito estufado, gnt!), mas tudo isso pra rede globo ficar bem na fita, kinda “We´ve done our work.”, tipo “Fizemos nossa parte.”. Mas tudo bem, vamos fingir que acreditamos que a rede globo apóia a diversidade, néah?! Cooontinuando: parece que tá tudo legal, tá tudo bonitinho, tudo relax nesta edição. Muitos podem falar que no começo de todos os bbb´s as coisas são assim, mas neste é especialmente diferente. Pelo menos por enquanto. Todo mundo se dá bem (pelo menos quase beira 100%, mas a falsidade da Tessália promete render!), são divertidos, cantam, dançam, brincam de milhares de coisas, fazem teatrinhos, contam piadas, enfim... Ah, falando em diversidade, esqueci de comentar sobre uma pessoa: A ELENITA, gente! Como fui me esquecer dela? Está no grupo da diversidade, sim! Porque finalmente colocaram alguém “de nível” (apesar dos pequenos “espasmos de sensualidade”, eufemismo de “espasmos de vulgaridade” rsrrs!) neste programa!!!! Doutora em Lingüística, olha só. O que me faz ficar P da vida é não colocarem na edição da noite os papos legais que ela brota e às vezes faz crescer em determinados momentos. Teve um dia, por exemplo, que ela tava lendo a biografia da nossa maravilhosa Clarice Lispector e começou a desenvolver um papo legal com o Alex, que estava sentado perto dela. Falaram sobre a autora, sobre algumas partes emocionantes da vida desta, passearam pelo assunto do acordo ortográfico... foi um papo bem gostoso, interessante, um papo sem biquíni, bunda, peito e barraco. Mas quando rodou o programa à noite, nada disso foi passado. NADA! Fiquei bege, alguém teve que me colorir depois rsrs! Outra coisa interessante é a relação inimaginável (mas agora o é kkkkk!!!) entre o homofóbico Marcelo Dourado (eita homem idiota, estúpido, ogro, porém, digno de pena, se pararmos pra analisar o cara.) e o gay Dicésar (maravilhoso, inteligente, divertido, cheio de glitter! Atoroooooooom kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!). Quem diria, héim Dourado? Um puta dum homofóbico na casa, que foi um pouco isolado pelo pessoal devido às suas grosserias e mau humor, sendo amparado por uma “bixa” (expressão utilizada pelo próprio Di) e Drag Queen?! Ver os dois juntos na cozinha, cozinhando e conversando, realmente foi uma coisa inusitada. Espero que com a convivência “forçada” com esse pessoal colorido, ele possa conhecer mais a si mesmo, mais os outros e mude em alguns/vários aspectos.



Um bafão: o que foi aquilo de o Alex, um doutor, um advogado, estudado, falar aqueles absurdos de “eu sou bem resolvido!” ?????? E o Dourado falou em seguida a meeeeeesma merdaaa!!!! Gente, como o preconceito está enraizado!!! E as pessoas nem percebem isso!!! Se eu tivesse lá eu falaria: “O que vcs quiseram dizer com “bem resolvido?????... O que é ser bem resolvido???? Que absurdo o que vcs 2 falaram!!! Vocês querem dizer então que os héteros são “bem resolvidos” e os gays são “mal resolvidos???”. AAAAAAAAAAhhhhhhh, mas eu falava isso na hora! Ao vivo! Ia “baixar a Janete” lá! E o Bial, gente? Acho que ele exagerou nas brincadeiras sobre homossexualismo. Pra mim, passou do ponto! Foi mais uma chacota disfarçada do que brincadeirinhas inocentes, sem preconceitos... E tem mais, sr. Bial: discordo contigo! Tem que ter o “S” de jeito NENHUM! Porque deveríamos amarmos e respeitarmos uns aos outros! No mínimo, respeitar! Quanto ao “T” que o Dicésar falou que tinham acrescentado na sigla, mas que não se lembrava o que era, se refere aos transgêneros. Portanto, LGBTTT, não sei a ordem, todas essas letrinhas aí significam Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros.



Sem mais delongas, adorei a Elenita ter ficado! Espero que ela se solte mais, seja mais extrovertida, se abra mais para as pessoas e aproveite o máximo que puder! Se jogaaaaaa!!!! Torço por ela... mas o meu BBB favorito é o Dicésar. Ele é o máximoooo! Espero não me decepcionar lol!

Pois é. Este é um dos meus "Guilty Pleasure"... fazer o que, né...
Vou mijá porque acho que me empolguei. ; )









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1 de janeiro de 2010

Ladies & Gentlemen: Zekness





Soooooooooo cooooooooool!
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2 de dezembro de 2009

Desabafos e aulas de Libras

Não estou inspirada para escrever algo interessante aqui. Só gostaria de falar que neste semestre não fiquei tão empolgada em ministrar as minhas aulas de inglês. Fiz o meu trabalho, lógico. E bem feito, na medida do possível, visto que tivemos milhares de abacaxizinhos pra descascar no CL-UFG (pra quem não sabe: Centro de Línguas). Acho que esses tais "abacaxizinhos", juntamente com a falta de comprometimento da maioria dos alunos (e olha que são adultos, héim?), afetou a minha empolgação. As turmas que tive neste semestre foram mais "trabalhosas" do que algumas turmas de adolescentes (com hormônios à flor da pele) que tive algum tempo atrás. Não sei se vale a pena continuar no ano que vem... Só um desabafo...

Com relação ao meu trabalho como tutora em um curso a distância (de extensão, oferecido pela UFG, chamado GDE: Gênero e Diversidade na Escola), vai indo bem. Conheci várias pessoas, tenho os materiais que os alunos têm, posso participar das reuniões dos professores formadores e orientadores acadêmicos etc.. Tudo vem contribuindo e muito para o meu crescimento pessoal, profissional e acadêmico.

Visitem o site do Ciar (Centro Integrado de Aprendizagem em Rede): http://www.ciar.ufg.br/v3/

Agora, uma historinha: faço tutoria durante a semana no horário noturno e no sábado de madrugada (das 9 ao meio-dia). Num desses sábados atrás realizou-se no polo de Catalão um encontro presencial do curso de Artes Cênicas da UFG. Neste dia, fui convidada para almoçar no polo mesmo. Cheguei atrasada e me sentei em uma mesa onde somente três pessoas estavam comendo. Comecei a entrar na conversa - tava muito boa - mas reparei que uma mulher que estava sentada ao meu lado só olhava pra mim e dava um sorrizinho. Não mexia a cabeça, concordando ou não com o que eu dizia. Só ficava parada, sorriso aberto, me olhando falar. Depois de um tempinho, uma outra mulher, que estava sentada frente à esta, começa a falar em libras com ela. Foi aí que a ficha caiu e vi que esta era a intérprete e a outra, a que estava ao meu lado, era surda. Vai ser loira pra lá!kkkkkkkkkkkkkkk! Depois comentei com elas que eu gostaria muito de aprender libras, que a UFG daqui de Catalão estava oferecendo um curso de LS, mas como este era realizado à noite e eu trabalho à noite também, não poderia participar. Conversamos um pouquinho e fui embora. Uma semana se passa e eu me encontro com ela (no polo) novamente. Ah, esqueci de falar! O nome dela é Núbia. Descobri que ela é professora de Libras do curso de Artes Cênicas e que a intérprete não a estava acompanhando daquela vez. O tutor do curso deixou eu assistir ao encontro presencial e gostei muito. Estava tão interessada em aprender a língua dos sinais, que ela me integrou à turma rsrsrs! Fiz atividades, participei até de teatros (em libras!!!). Ainda bem que a turma tinha começado o curso há pouco tempo, então não fiquei completamente perdida. Foi muito legal, muito proveitoso, interessante e engraçado.



Acho muito importante aprender libras. Acho que todos os professores têm a obrigação de aprender... pensando bem, não. TODOS têm a obrigação de aprender as LS. Inclusão, JÁ!


Estou cansadérrima. Vou parar por aqui. Só peço para refletirem sobre a língua dos sinais. Você tem a oportunidade de aprender? Vai agarrar esta oportunidade bem forte ou vai deixar ela passar? Aprender libras é o mesmo e/ou tem a mesma importância que aprender outro idioma mais... vamos dizer... "comum", como inglês, francês, espanhol? Qual é a importância do ensino-aprendizagem da língua dos sinais, não só no Brasil, mas no mundo inteiro?





Visitem o site http://www.libras.org.br/libras.php Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

21 de outubro de 2009

A história dos meus galizés

Sempre gostei de animais de estimação. Muito. Já sofri muuuuito na vida por causa de todos os bichinhos que tive. Ou morreram, ou foram entregues para outras pessoas, ou fugiram, ou sumiram misteriosamente. Já tive cachorros, gatos, galizés e piriquitos. Cada bicho com uma história interessante para ser contada. Mas hoje estou com vontade mesmo é de falar dos galizés.
Em minha antiga casa tinha um quintal com um espaço de terra para esses animais. No início eu achava estranho ter galinhas morando numa cidade (que é pequena, mas é cidade, pô!rsrs!besteira minha.), mas acabei me acostumando com elas e comecei a tratá-las com o maior carinho. Adorava brincar com elas, passar os meus dedos nas penas atrás do pescoço, fazer carinho nas cristas bem vermelhinhas dos galinhos e sabe o que eu às vezes fazia? Ai, que vergonha: eu enrolava um galizé (macho ou fêmea) num cobertor velho ou em panos velhos, igual eu fazia com as minhas bonecas, e ia passear com eles na calçada ou ficava na esquina sentada no meio-fio ninando os “bichim” como se fossem meus “filhinhos” ehehehehehehe!!!! Lembro-me de um cara que passou de carro, viu a cena e falou: Olha a menina brincando com uma galinha! Enrolou uma galinha no cobertor!!hahahaha!!! Quando a gente é criança, não tem vergonha de nada. Ou quase nada. Na hora de dar comida à elas, a gente cantava “tu tu tu tututututuuuuu!!!!...” e jogava a comida pela cerca. Era muito bonitinho os pintinhos correrem, todo mundo arrastando os pezinhos no chão, ciscando... ah, eu adorava ver as bolinhas de algodão amarelo beberem água também, virarem a cabecinha pro alto, ver o gogozinho mexendo.
Eu costumava conversar com elas como se estivesse conversando com as minhas amigas. Parecia uma louca!kkkkkkkkkk!!!! Falando em louca, eu achava (até hoje!) a coisa mais fantástica do mundo um ovo virar um pintinho através do calor da galinha, então eu resolvia (sim, eu mesma!) “chocar” um ovo kkkkk!!! Eu roubava um ovo de uma das que estavam chocando e enrolava ele com muitos panos pra ficar quentinho... daí eu percebia que não acontecia nada, então sabe o que eu fazia? Esquentava o ovo com isqueirooooooooooo hauahauhaaua!!!! Doidaaaaaaaaaaaaaaa!!! kkkkkkkkkk!!!! Com o tempo (e milhares de tentativas!) fui percebendo que as coisas não iriam acontecer das maneiras/técnicas rs que eu estava fazendo. Vi que o negócio era pra galinha mesmo. Até que enfim, né? Mas gente, eu não fazia somente besteiras, vai... rsrsrs! Eu ajudava os pintinhos a saírem da casca também. Eu ficava vigiando se escutava um barulhinho de pintinho bicando o ovo, daí quando ele começava a quebrar, eu o pegava e o ajudava a descolar-se da casca. Aquilo era uma coisa fantástica pra mim! Uma mágica! Eu ficava ao mesmo tempo com dó e achava estranho a minha mãe fritar um ovo ou colocar na massa do bolo. Eu dizia que ela estava matando o pintinho, mas então ela falava que ainda não era pintinho...rsrsrs...
Um belo dia percebemos a falta de uma das galinhas. Ela tinha tons marrons, bege e pintinhas pretas. Andamos a casa toda, procuramos em todos os cantos do quintal e nada. Eu estava quase chorando pois pensava que a minha galinha tivesse fugido. Depois de um tempão achamos a “danada”. Ela estava sentada em cima de uma samambaia pendurada no alto da parede. Não, ela não estava brincando de hide and seek, apenas tinha escolhido um lugar supostamente mais tranqüilo e elegante para botar seu ovinhos. Achamos tão engraçado e bonitinho toda aquela situação, a galizezinha sentada no meio das folhas verdes da samambaia, que tiramos até foto. Um dia, quando achar, coloco aqui!
Eram coisas simples da natureza que me entretinham, me davam paz, alegria... Até que um dia, meus pais notaram que o galinheiro estava cheio demais e resolveram dar todos os galizés. Lembro-me de um homem (na minha cabeça de criança, um homem malvado! rsrsrs!) com um saco grande, enfiando todos os meus “filhinhos” dentro dele. Ia colocando as galinhas uma a uma dentro do saco. Eu estava com um galinho (muito bonitinho, empinadinho, crista bem vermelhinha) no meu colo, chorando sem parar. Acredito de verdade que o galinho percebeu minha tristeza e que havia alguma coisa errada acontecendo, vendo sua família ir pra dentro de um saco. Sabe o que ele fez? Cantou no meu colo. Nunca tinha acontecido isso antes. Um galo cantar no meu colo. Mas não era um canto de alegria, era um canto de tristeza... todos ao redor riram... menos eu. Foi quando ficaram com dó de mim e deixaram ficar um casalzinho em casa. Mas a indignação que tenho é que até hoje não consigo me lembrar se aquele galinho era o macho que tinha ficado... Espero que tenha sido ele mesmo.
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Máscara e lápis para olhos da Mary Kay

Conheci esses dois produtos da Mary Kay há um ano e agora só uso eles. A máscara para os olhos, da MK (Ultimate Máscara) não é à prova d’água (as máscaras deste tipo endurecem os cílios, fazendo com que eles se quebrem e/ou caiam com mais facilidade), porém é resistente à água. Com ela, os cílios ficam muito mais longos (às vezes eles até encostam nos meus óculos rsrs!) e volumosos. Fica liiiiiindo! A textura do creme é ótima (não tem cheiro) e o aplicador também, que distribui a quantidade exata da máscara, fazendo com que não acumule grandes quantidades de produto nos cílios, evitando o desperdício e não fazendo “meleca”. Produto nota 1000.




Tem 8 gramas e custa 39,50.


Agora vamos para o lápis: ele é retrátil (ou seja, não faz sujeira, não precisa ficar apontando, causando o desperdício do o produto porque muitas vezes a ponta quebra), muito macio (você não precisa ficar esfregando-o nos olhos para sair a cor), tem loguíiiiissimaaa duração e não escorre. Tem 0,28 gramas e custa 23 reais. Cores: black (preto), navy (tom azul), olive (tom verde) e deep Brown (marrom escuro). Produto nota 1000.



www.marykay.com.br

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Selinho! =*